Você sabe o que quer, mas não consegue se posicionar.
O que acontece quando você ocupa espaço?

Atendimento individual para mulheres
Um espaço individual para mulheres que desejam escutar o próprio corpo, compreender seus padrões de resposta e experimentar novas formas de se posicionar, desejar, se relacionar e criar.
Quero agendarAqui, a palavra importa.
Mas ela não é a única linguagem.
O corpo também fala.
E quando aprendemos a escutá-lo, podemos encontrar informações que nem sempre aparecem quando tentamos resolver tudo apenas pensando.
O que acontece quando você ocupa espaço?
O que acontece no seu corpo quando você imagina sustentar um não?
O que acontece antes de você voltar para aquilo que já decidiu deixar?
Como o seu corpo reconhece vontade, prazer, aproximação e segurança?
O que acontece quando, em vez de exigir uma resposta imediata, você escuta o que já está acontecendo em você?
O que seu corpo sabe antes de você conseguir transformar isso em palavra?
Talvez você não esteja precisando de mais uma explicação sobre quem deveria ser.
Talvez esteja precisando de espaço para perceber o que acontece em você e experimentar outras possibilidades de resposta.

Escutar
Porque uma situação não acontece apenas na nossa cabeça.
Ela também pode aparecer como contração, aceleração, impulso, recuo, tensão, vontade, congelamento, expansão, desconforto ou prazer.
O corpo participa das nossas escolhas, dos nossos encontros, dos nossos limites e da maneira como ocupamos o mundo.
Por isso, nos atendimentos, não investigamos apenas o que você pensa sobre o que está acontecendo.
Investigamos também:
Não para ensinar o corpo a obedecer.
Mas para ampliar a sua capacidade de escutá-lo e criar respostas mais conscientes.
É esse o espaço que o atendimento propõe.

Cada atendimento parte daquilo que está vivo para você naquele momento.
Não existe uma sequência fixa de exercícios.
Existe uma investigação.
Conversamos sobre o que está acontecendo, dando nome às situações, pensamentos, emoções, conflitos e desejos que você traz.
A atenção também se volta para as sensações e respostas corporais que aparecem enquanto você fala, lembra, imagina ou experimenta determinada situação.
Quando fizer sentido, usamos o movimento, a dança e a improvisação como formas de investigação.
Não é sobre dançar bem.
É sobre perceber o que muda quando você muda de posição, ritmo, direção, gesto ou relação com o espaço.
A sexualidade pode ser investigada para além do comportamento ou da performance.
Desejo, prazer, limites, consentimento, vergonha, intimidade, presença e relação com o próprio corpo também fazem parte desse território.
Também podemos utilizar recursos de imaginação, símbolos, imagens e processos criativos para acessar aquilo que ainda não encontrou uma forma clara de expressão.
O trabalho integra diferentes campos porque você também é feita de muitas camadas.

Experimentar
Este trabalho pode fazer sentido para você se existe algo que você deseja compreender ou transformar na relação consigo mesma, com seu corpo ou com outras pessoas.
Se você deseja:
Este não é um espaço para receber respostas prontas sobre como você deveria viver.
Não é sobre aprender a performar uma versão “mais segura”, “mais sensual”, “mais feminina” ou “mais evoluída” de você.
É sobre investigar o que é verdadeiro para você e ampliar sua possibilidade de escolha.
Se você procura alguém que diga exatamente o que fazer, talvez este não seja o trabalho.
Se existe curiosidade para escutar, experimentar e descobrir, podemos ter um caminho em comum.
Quem conduz

Meu trabalho acontece no encontro entre sexualidade, corpo, dança, movimento e processos de criação.
Há anos acompanho mulheres em processos de investigação de si, criando espaços onde o corpo não precisa ser corrigido ou domesticado para ser escutado.
Meu interesse está no que acontece quando a gente deixa de tratar o corpo apenas como algo que precisa ser controlado ou compreendido e começa a reconhecê-lo também como fonte de informação, linguagem e criação.
A dança entrou nesse caminho porque, para mim, ela não começa no movimento.
Começa na escuta.
E talvez seja justamente daí que venha uma pergunta que atravessa meu trabalho:
o que seu corpo quer dizer que ainda não encontrou palavra?
Encontrar
Um espaço individual, construído a partir daquilo que você traz para a sessão.
Escutar o que está vivo.
Dar espaço ao que pode surgir.
Atendimento individual
1 encontro de 1 hora
R$ 250por encontro
Agendar meu atendimentoApós o agendamento, você recebe as orientações para nossa sessão.